Posts com Tag ‘Merda’

O ceguinho

Publicado: segunda-feira, 31, maio, 2010 por RMAX em Piadas, Risos, Sátiras
Tags:, , , , , , ,

Um ceguinho entra no consultório de um médico.

– Doutor, preciso de uma orientação sua.
– Desculpe, eu sou ginecologista. O senhor deve ter se confundido.
– Não, tem que ser com o senhor mesmo. Eu estou com uma dúvida e só um ginecologista pode me ajudar.
– Está bem, qual é a dúvida?
– É o seguinte, doutor: quanto mede um clitóris?
– Um clitóris? Mais ou menos meio centímetro.
E o ceguinho:
– Merda!!! Chupei um cacete.

COMO ELAS SE COMPORTAM

NO TOILETTE

M U L H E R F I NA:  (nada diz)

M U L H E R COMUM:  Essa calcinha me incomoda.

M U L H E R VULGAR: Eu odeio calcinha enfiada no rego.

MULHER DEPRAVADA: Eu tenho ódio de calcinha enfiada no cú.

APÓS UM JANTAR

M U L H E R    F  I  N  A: O jantar estava divino, parabéns.

M U L H E R    COMUM: Estou satisfeita.

M U L H E R  VULGAR: Tô cheia.

MULHER DEPRAVADA: Comi até o cu fazer bico.

NO CHURRASCO

M U L H E R  F  I  N  A: Está ótima essa lingüiça.

M U L H E R  COMUM: Muito boa essa lingüiça.

M U L H E R  VULGAR: Noooosa que lingüiça grande!…

MULHER DEPRAVADA: Tô comendo a lingüiça do churrasqueiro (gargalhada).

VENDO UM AMIGO CHUPANDO UM SORVETE

M U L H E R    F  I  N  A: Posso experimentar!?

M U L H E R    COMUM:  Me dê um pedaço!?

M U L H E R  VULGAR:  Posso dar uma chupada?

MULHER DEPRAVADA: Deixa eu chupar? Não vou morder, garanto. (gargalhada)

COMO SE VESTEM

M U L H E R    F  I  N  A:  de acordo com o evento.

M U L H E R    COMUM:  sempre da mesma forma, jeans, camisete e tênis
em todos os eventos.

M U L H E R  VULGAR: micro saia, bermuda agarrada, em todos os eventos.

MULHER DEPRAVADA: frente única no churrasco, micro saia mostrando a
calcinha à noite.

BEBIDAS

M U L H E R    F  I  N  A: champanhe, uísque e vinho, dependendo da ocasião.

M U L H E R    COMUM: batida.

M U L H E R  VULGAR: cerveja.

MULHER DEPRAVADA: cachaça, conhaque, cerveja, vodca, licor, água de bateria, etc

PROCURANDO UM AMIGO QUE SE CHAMA PEDRO NUMA FESTA

M U L H E R    F  I  N  A: Você viu o Pedro?

M U L H E R    COMUM:  Cadê o Pedro?

M U L H E R  VULGAR: Pedroooooooooooo!!!

MULHER DEPRAVADA: Caralho, onde o viado do Pedro se meteu, cacete!

SAINDO DA MESA PARA IR AO BANHEIRO

M U L H E R    F  I  N  A: Com licença, vou retocar a maquiagem.

M U L H E R    COMUM: Vou a toilette.

M U L H E R  VULGAR: Vou tirar água do joelho. (risos)

MULHER DEPRAVADA: Vou fazer um download, soltar um barro, matricular o Pelé na natação (gargalhada)

VENDO UM HOMEM INTERESSANTE

M U L H E R    F  I  N  A: Muito simpático!

M U L H E R    COMUM: Que homem liiiindo!

M U L H E R  VULGAR: Dessa fruta eu chupava até o caroço!

MULHER DEPRAVADA: Eu deixava ele fazer barba, cabelo e bigode.

O QUE DIZEM QUANTO UM INDESEJÁVEL LHE FALA ALGUMA GRACINHA

M U L H E R    F  I  N  A: (ignora)

M U L H E R    COMUM: Tem gente que não tem noção.

M U L H E R  VULGAR: Vai te catar o meu! Não se enxerga não!?

MULHER DEPRAVADA: Vai tomar no cú, viado, corno…

O QUE ROLA NO PRIMEIRO ENCONTRO

M U L H E R    F  I  N  A: só um beijo de despedida.

M U L H E R    COMUM: muitos beijos.

M U L H E R  VULGAR: beijos e carícias (AMASSO)

MULHER DEPRAVADA: trepa e dá a bunda dizendo que era virgem atrás.

OUVINDO JAZZ

M U L H E R    F  I  N  A: Liiindo!

M U L H E R    COMUM:  Adoro qualquer tipo de música!

M U L H E R  VULGAR: Que porra de música é essa?

MULHER DEPRAVADA: Tira essa merda aí, coloca um pagode, cacete!

DIANTE DE UMA BROCHADA DO PARCEIRO

M U L H E R    F  I  N  A: Meu amor, isso acontece. Fique tranqüilo.

M U L H E R    COMUM: O problema é comigo?

M U L H E R  VULGAR: Você já trepou hoje com alguma vadia?

MULHER DEPRAVADA: Caralho, quer que eu faça fio terra em você?

ASSISTINDO UM BALLET

M U L H E R    F  I  N  A: Bravo!!!

M U L H E R    COMUM: Lindo!!!

M U L H E R  VULGAR: Perdi meu tempo, deixei de ver as videocassetadas.

MULHER DEPRAVADA: Que porra é essa? Ridículo, isso é coisa de viado!

PRIMEIRO CONTATO NO MSN

M U L H E R    F  I  N  A: Boa Noite!

M U L H E R    COMUM: Oiiiiiiiiiiiiiiiii

M U L H E R  VULGAR: Falae gato.

MULHER DEPRAVADA: Peraê, vou ligar a webcam.

REFERINDO AO ORGÃO GENITAL DO PARCEIRO

M U L H E R    F  I  N  A: Pênis

M U L H E R    COMUM: Pinto

M U L H E R  VULGAR: Pau

MULHER DEPRAVADA: Caralho

DECLARAÇÃO DE AMOR

M U L H E R    F  I  N  A: Eu te amo!

M U L H E R    COMUM: Você é o homem da minha vida!

M U L H E R  VULGAR:.Você é a tampa da minha panela!

MULHER DEPRAVADA: Só consigo gozar no seu pau!

O que é um peido para quem está todo cagado?
A expressão do título é conhecida de todos, mas o texto que a originou é menos. É uma obra de Luis Fernando Veríssimo sobre a obra veríssima que ele fez numa viagem para Miami.

Só o li recentemente e transcrevo abaixo. Quem não conhece, leia. Vale a pena….
Aeroporto Santos Dumont , 15:30..

Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.

Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas.Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão.’Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha
esperta, tranqüilo, o avião só sairía às 16:30′.

Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.

Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil falei:

‘Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.’

‘Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.’
O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: ‘Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1hora, devido a obras na pista.

‘Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo’. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento.
Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.

O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se
acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada , mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor.

Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada.

Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.

Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo,
procurando um pouco de piedade, e confessei sério:

‘Cara, caguei!’

Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle.

‘Que se dane, me limpo no aeroporto’, pensei.

‘Pior que isso não fico’.

Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte.
Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.

E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líqüida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o que era um peidinho para quem já estava todo cagado…
Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.

Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.

Olhei para cima e blasfemei: ‘Agora chega, né?’

Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o ‘check-in’ e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do
boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. ‘Ele tinha despachado a mala com roupas’.
Na mala de mão só tinha um pulôver de gola ‘V’.

A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história.
As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda . Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10.
Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.

Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola ‘V’, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o ‘RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO’ e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria.

A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo..

Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:

‘Nada, obrigado.’

Eu só queria esquecer este dia de merda . Um dia de merda…

* Luis Fernando Veríssimo* (verídico).

 

rmax

A Palavra MERDA

Publicado: quinta-feira, 18, setembro, 2008 por RMAX em Cotidiano, Criativos, Fique por dentro, Informação, Risos
Tags:, ,

A palavra mais rica da língua portuguesa:
M E R D A (Nem o Aurélio definiu tão bem)
A palavra mais rica da língua portuguesa é a palavra MERDA.

Esta versátil palavra pode mesmo ser considerada um coringa da língua portuguesa.

Vejam os exemplos a seguir:

1) Como indicação geográfica 1:
Onde fica essa MERDA?
2) Como indicação geográfica 2:
Vá a MERDA!
3) Como indicação geográfica 3:
17:00h – vou embora dessa MERDA.
4) Como substantivo qualificativo:
Você é um MERDA!
5) Como auxiliar quantitativo:
Trabalho pra caramba e não ganho MERDA nenhuma!
6) Como indicador de especialização profissional:
Ele só faz MERDA.
7) Como indicativo de MBA:
Ele faz muita MERDA.
8) Como sinônimo de covarde:
Seu MERDA!
9) Como questionamento dirigido:
Fez MERDA, né?
10) Como indicador visual:
Não se enxerga MERDA nenhuma!
11) Como elemento de indicação do caminho a ser percorrido:
Por que você não vai a MERDA?
12) Como especulação de conhecimento e surpresa:
Que MERDA é essa?
13) Como constatação da situação financeira de um indivíduo:
Ele está na MERDA…
14) Como indicador de ressentimento natalino:
Não ganhei MERDA nenhuma de presente!
15) Como indicador de admiração:
Puta MERDA!
16) Como indicador de rejeição:
Puta MERDA!
17) Como indicador de espécie:
O que esse MERDA pensa que é?
18) Como indicador de continuidade:
Tô na mesma MERDA de sempre.
19) Como indicador de desordem:
Tá tudo uma MERDA!
20) Como constatação científica dos resultados da alquimia:
Tudo o que ele toca vira MERDA!
21) Como resultado aplicativo:
Deu MERDA.
22) Como indicador de performance esportiva:
O CORINTHIANS não está jogando MERDA nenhuma!!!
23) Como constatação negativa:
Que MERDA!
24) Como classificação literária:
Êita textinho de MERDA!!!
25) Como qualificação de governo:
O governo Lula só faz MERDA!
26) Como situação de ‘orgulho/metidez’ :
Ela se acha e não tem ‘MERDA NENHUMA!’
27) Como indicativo de ocupação:
Para você ter lido até aqui, é sinal que não está fazendo MERDA nenhuma!!!