Excelente comercial do novo Citroen C4

De acordo com o site Meio & Mensagem, o tão esperado Google Phone vai chegar ao Brasil através da operadora Tim, que em parceria com a fabricante chinesa Huawei Technologies para colocar no mercado nacional o smartphone que opera com a plataforma Android.
O acordo de compromisso, que teria sido firmado nesta semana, é o primeiro acerto oficial que prevê a chegada do aparelho ao País.
Lançado em outubro de 2008 nos Estados Unidos e em novembro no Reino Unido, o primeiro aparelho a utilizar o software Android foi produzido pela HTC e comercializado pela operadora T-Mobile. O Google Phone - denominado G1 - vem com aplicativos como Google Maps, Gmail e acesso direto à loja MP3, da Amazon. A Telefônica já anunciou que comercializará o mesmo modelo na Espanha a partir de março, pelo valor de 199 euros.
A empresa chinesa prevê que os aparelhos dotados desse novo sistema devem chegar ao mercado ainda em 2009. O comunicado também ressalta que o celular terá uma estratégia diferenciada para o mercado brasileiro e que há um grupo de especialistas da Huawei e da Tim trabalhando, em conjunto, neste projeto. Leia mais
Fonte: Meio & Mensagem

As vezes os comerciais não precisam ter palavras para serem entendidos ou traduzidos para serem explicados.
Os comerciais podem simples, como esse.
Quando a TV digital foi lançada em São Paulo, no fim do ano passado, prometia várias novidades para o espectador. Infelizmente, poucas delas estavam realmente disponíveis. As emissoras apostaram suas fichas na alta definição, que oferece imagem com qualidade seis vezes maior que a TV analógica. Parece que não foi suficiente para convencer os consumidores, pois as vendas se mostraram pequenas até agora, chegando a algumas dezenas de milhares.
Este mês, começa a chegar ao mercado outra novidade da TV digital: a mobilidade. Ela vem no formato de televisores portáteis e celulares com recepção de TV aberta. Enquanto a alta definição melhorava uma coisa que o espectador já tinha – a imagem na sua casa -, a mobilidade abre uma possibilidade que não existia com a televisão analógica: assistir aos programas em qualquer lugar, até mesmo em veículos em movimento.
“Apostamos mais na mobilidade e na portabilidade do que na alta definição”, disse Marco Szili, diretor-geral da Tele System. A fabricante vende conversores (para serem ligados em aparelhos que não tem sintonizador digital), receptores para computador e, a partir desta semana, uma TV portátil chamada Pocket TV. Com preço de R$ 800 a R$ 900, o aparelho tem tela LCD de 3,5 polegadas e memória de 1 gigabyte (expansível até 2 gigabytes). Ele grava até cinco horas de vídeo e funciona como tocador de música e vídeo digital e visualizador de fotos.
Szili preferiu não fazer previsões de vendas. “A expectativa é muito boa e otimista”, disse o executivo. “É uma nova maneira de ver TV. As emissoras podem ganhar audiência em horários em que ela é hoje muito baixa.” O mercado para o produto ainda é limitado pelo alcance do sinal de TV digital. A tecnologia foi lançada na Grande São Paulo e existem alguns canais no ar no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.
“A venda de equipamentos de TV digital ainda está muito tímida”, reconheceu Szili. “O único apelo hoje é alta definição, mas o público em geral ainda não viveu essa experiência. A mobilidade é mais fácil de comunicar.” O televisor portátil, fabricado na Coréia, capta o sinal gerado para celulares. As emissoras transmitem em São Paulo um sinal especial para celulares, com o mesmo conteúdo do sinal para televisores grandes, desde dezembro, apesar de pouca gente saber disso.
A Semp Toshiba promete para esta semana seu televisor portátil, chamado MPTV. Com tela de 3,5 polegadas, o aparelho vem com 2 gigabytes de memória, expansíveis a 8 gigabytes. Ele custa R$ 1 mil, grava TV, toca música e vídeo digitais, mostra fotos e textos e recebe o sinal de rádio FM. “O espectador pode programar o gravador escolhendo o programa no guia eletrônico”, apontou Jairo Siwek, diretor de Mobilidade da companhia.
A empresa também tem um celular que recebe o sinal de TV digital, chamado CTV41, vendido, por enquanto, pela Vivo. “A TV está deixando de ser uma atividade coletiva e estática para se tornar individual e móvel. A percepção do consumidor é imediata. Em dois ou três anos, o celular que recebe TV aberta deve se tornar tão popular quanto o celular com câmera.”
O celular com TV aberta da Samsung chegou ao mercado há pouco mais de uma semana, nas lojas da Vivo. “Em alguns dias, estaremos em todas as operadoras”, disse Oswaldo Mello Neto, diretor de Telecomunicações da Samsung. O aparelho custa de R$ 1 mil a 1,4 mil, dependendo do plano do cliente. “Percebemos que existe uma surpresa grande do usuário com o aparelho. Colocamos o celular do lado de uma televisão em nossa loja e as pessoas se surpreendem ao ver que é a mesma imagem.”
Segundo Mello, muita gente se sente surpresa ao saber que é possível assistir à televisão no celular sem ter de pagar nada, que o sinal é aberto como o que é recebido pelos televisores. “Para quem trabalha no mercado de tecnologia pode parecer óbvio, mas, para o consumidor, não é tão óbvio que o serviço é gratuito.”
A Samsung está animada com o celular que recebe TV e planeja lançar mais um ou dois modelos este ano, para outros públicos. “Acho que a popularização desse tipo de aparelho vai acontecer muito rapidamente aqui no Brasil”, disse Mello. “Assim que houve a definição do sistema de TV digital no País, já começamos a trabalhar com a matriz nesse aparelho. O consumidor brasileiro tem uma relação muito forte com a TV aberta. Existem hoje mais casas com televisão do que com refrigerador.”
Outra grande novidade da TV digital, a interatividade, poderá ter grande impacto no mercado , mas ainda não está disponível. A maioria das empresas acredita que chegada da interatividade ocorrerá até o fim do ano. Ela permitirá serviços parecidos com os da internet no aparelho de TV. Todo tipo de interação a que o telespectador tem acesso hoje por meio de um telefone fixo, celular ou a internet poderá ser feita pelo controle remoto.
Fonte: Estadao
EUA usam jogos ‘inteligentes’ para treinar espiões
Games feitos sob encomenda substituem tiros por raciocínio lógico dos agentes secretos.
Além de economizar gastos, tecnologia pode incentivar recrutas da nova geração.
O Departamento de Defesa norte-americano investiu 2,6 milhões para aprimorar o treinamento de seus 4 mil integrantes do serviço secreto. Mas o dinheiro não foi aplicado em armas ou dispositivos dignos de James Bond – os milhões fizeram parte de um acordo com o estúdio Visual Purple para a produção de três jogos de computador, informa a revista Wired.
Sem armas, nem tiros, o jogador deve usar a cabeça nessas simulações em ambientes 3D para solucionar seqüestros, identificar causas de atentados e exercitar os aprendizados da carreira.
A revista Wired testou os três jogos do Departamento de Defesa e resume: “são uma mistura surpreendentemente inteligente, e às vezes surreal, de educação, humor e desafio intelectual, que faz o jogador pensar”.
A aposta nos games tem duas razões: buscar uma aproximação com a “geração Y”, que cresceu jogando, e economizar o treinamento dos agentes que estão espalhados por locais estratégicos. Leia mais…
PARA AS MULHERES QUE AINDA NÃO ESTÃO INTEGRADAS COM AS NOVAS TECNOLOGIAS:
* – Sabe o que é um marido DVD?
- É aquele que se Deita, Vira e Dorme*
* – E um marido DVD + R?
- É aquele que se Deita, Vira, Dorme e Ronca. *
* – E um marido CD?
-É aquele que só Come e Dorme.*
* – E um marido CD + R?
- É aquele que Come, Dorme e Resmunga.
** Moral da história:
* – NÃO HÁ NADA COMO OS VELHOS VHS.
- Várias Horas de Sexo.*